A narrativa fazendo parte da construção poética de uma imagem ,a imagem como suporte de criação para concretizar a expressao. Um encontro da arte pictórica com a narrativa poética, poesia é a arte do uso das palavras. Um encontro com a natureza humana e seus sentimentos e reações com as mais diversas emoções e linguagens da arte visual. "Poeta, não é somente o que escreve.É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso". Cora Coralina
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Identidade criativa
Um individuo é também constituído de memória natural, baseado nessa afirmação, buscamos provocar interesse no educando para abordar o assunto patrimônio . A memória proporciona ao ser humano armazenar o conhecimento seja esse conhecimento consciente ou inconsciente, a assimilação se acomoda e passa a fazer parte do aprendizado de um individuo.
Um simples objeto do cotidiano como uma foto, um quadro, uma casa, um caminho, poderá representar as bases da elaboração do conceito patrimônio. Propomos partir do fragmento casa, lembranças e objetos e partirmos para a comunidade, escola, cidade direcionando e ampliando o olhar para que ao valorizar o fragmento possa estar preparado para aceitar o conjunto maior.
Para isso saímos com os alunos para um passeio de reconhecimento do lugar, embora quase todos são residentes na comunidade, tínhamos o objetivo de chamar a atenção para o local, observando suas reações.
Em outro momento, na sala de aula, apresentamos o mapa da cidade e solicitamos que cada um marcasse sua residência, assim proporcionando um ambiente participativo.
Em seguida apresentamos a proposta do trabalho, articulando teoria e pratica, usando da estratégia das oficinas para construir o conhecimento.
A ação do fazer, do desenhar, do pintar ou qual seja a técnica usada para estimular o interesse, vem contribuir para o sucesso ou o fracasso da oficina, por causa disso é necessário uma observação e um dialogo com a direção da escola e com a turma para reconhecer o processo mais adequado a realidade do educando.
Um individuo é também constituído de memória natural, baseado nessa afirmação, buscamos provocar interesse no educando para abordar o assunto patrimônio . A memória proporciona ao ser humano armazenar o conhecimento seja esse conhecimento consciente ou inconsciente, a assimilação se acomoda e passa a fazer parte do aprendizado de um individuo.
Um simples objeto do cotidiano como uma foto, um quadro, uma casa, um caminho, poderá representar as bases da elaboração do conceito patrimônio. Propomos partir do fragmento casa, lembranças e objetos e partirmos para a comunidade, escola, cidade direcionando e ampliando o olhar para que ao valorizar o fragmento possa estar preparado para aceitar o conjunto maior.
Para isso saímos com os alunos para um passeio de reconhecimento do lugar, embora quase todos são residentes na comunidade, tínhamos o objetivo de chamar a atenção para o local, observando suas reações.
Em outro momento, na sala de aula, apresentamos o mapa da cidade e solicitamos que cada um marcasse sua residência, assim proporcionando um ambiente participativo.
Em seguida apresentamos a proposta do trabalho, articulando teoria e pratica, usando da estratégia das oficinas para construir o conhecimento.
A ação do fazer, do desenhar, do pintar ou qual seja a técnica usada para estimular o interesse, vem contribuir para o sucesso ou o fracasso da oficina, por causa disso é necessário uma observação e um dialogo com a direção da escola e com a turma para reconhecer o processo mais adequado a realidade do educando.
PATRIMÔNIO CULTURAL E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL
A educação patrimonial busca ampliar esse conceito capacitando o individuo para exercer a cidadania, conhecendo, se apropriando e valorizando a sua cultura para que com isso venha a compreender o meio sócio cultural que se encontra inserido.
Muitas vezes nos referimos como patrimônio algo que recebemos de herança ou até mesmo pensamos na arquitetura da cidade, os prédios antigos, mas patrimônio também pode ser representado por fotos, objetos com ou sem valor comercial com uma carga emocional afetiva elevada. Também podem ser mais abrangente, como elementos necessários à sobrevivência do ser humano, como a água, elementos pertencentes à natureza.
A eleição do que é patrimônio é uma opção de cada individuo de acordo com seus interesses políticos e econômicos.
A casa, a rua, a escola, a família podem contribuir para o inicio dessa compreensão, entendendo como o individual que depende de nós, um fragmento, partindo para o coletivo, envolvendo assim uma comunidade, uma associação de bairro, condomínio, gerando multiplicidade. O que é patrimônio para uns, não é para outros, mas é dever de todos, na coletividade, preservar.
Nesse processo de valorização e preservação da cultura e do patrimônio histórico, todas as ações se fazem necessárias para auxiliar o individuo na construção da sua própria identidade, reconhecendo e aceitando diversidades culturais, na qual a educação patrimonial oferece a possibilidade para o educando utilizar sua capacidade intelectual com o intuito de perceberem a importância do patrimônio.
As bases tem que ser esclarecidas sobre nossas autenticidades culturais e os pequenos aglomerados, as pequenas vilas e cidades devem, através de suas sociedades representativas, principalmente as sociedades de amigos de bairros, lutar pelos seus bens culturais antigos ou novos. LEMOS (2006)
Maria Cristina Pastore
Universidade Federal do Rio Grande- FURG
Acadêmica do curso de Arte Visuais- Licenciatura
Bolsista PIBID/CAPES 2010
A educação patrimonial busca ampliar esse conceito capacitando o individuo para exercer a cidadania, conhecendo, se apropriando e valorizando a sua cultura para que com isso venha a compreender o meio sócio cultural que se encontra inserido.
Muitas vezes nos referimos como patrimônio algo que recebemos de herança ou até mesmo pensamos na arquitetura da cidade, os prédios antigos, mas patrimônio também pode ser representado por fotos, objetos com ou sem valor comercial com uma carga emocional afetiva elevada. Também podem ser mais abrangente, como elementos necessários à sobrevivência do ser humano, como a água, elementos pertencentes à natureza.
A eleição do que é patrimônio é uma opção de cada individuo de acordo com seus interesses políticos e econômicos.
A casa, a rua, a escola, a família podem contribuir para o inicio dessa compreensão, entendendo como o individual que depende de nós, um fragmento, partindo para o coletivo, envolvendo assim uma comunidade, uma associação de bairro, condomínio, gerando multiplicidade. O que é patrimônio para uns, não é para outros, mas é dever de todos, na coletividade, preservar.
Nesse processo de valorização e preservação da cultura e do patrimônio histórico, todas as ações se fazem necessárias para auxiliar o individuo na construção da sua própria identidade, reconhecendo e aceitando diversidades culturais, na qual a educação patrimonial oferece a possibilidade para o educando utilizar sua capacidade intelectual com o intuito de perceberem a importância do patrimônio.
As bases tem que ser esclarecidas sobre nossas autenticidades culturais e os pequenos aglomerados, as pequenas vilas e cidades devem, através de suas sociedades representativas, principalmente as sociedades de amigos de bairros, lutar pelos seus bens culturais antigos ou novos. LEMOS (2006)
Maria Cristina Pastore
Universidade Federal do Rio Grande- FURG
Acadêmica do curso de Arte Visuais- Licenciatura
Bolsista PIBID/CAPES 2010
O projeto do PIBID - Artes intitulado “O ensino de Artes Visuais na sociedade da informação e do conhecimento”, possibilitou aos acadêmicos de artes visuais da Universidade do Rio Grande-RS,FURG, viverem a experiência da sala de aula, conviverem com os estudantes, observarem a realidade da educação atual e praticarem a pesquisa em artes.
Algumas áreas do conhecimento necessitam das artes para exercitar o pensamento, contudo nota-se a carência nas escolas nesse processo de ensino. O sentido criativo da educação em arte ao brasileiro configura-se negado em função do incentivo ao ensino técnico e profissionalizante.
Uma nova visão sobre o ensino das artes está em gestação, um novo perfil do educando está em formação e um novo profissional na educação em artes constitui-se de ousadia para driblar a mesmice. Um perfil voltado para o “apreender” de uma forma que o conhecimento adquirido possa permanecer para sempre e o individuo venha a compreender o mundo com autonomia e de forma critica e construtiva. Resgatando através do ensino das artes sua identidade de maneira inovadora na sala de aula, imprescindível para a formação do educando como sujeito e cidadão responsável pelo mundo que gira coletivamente.
Com o olhar no passado através do patrimônio histórico e arquitetônico, estruturalmente estável, possível de estudo, analise e contemplação e outro olhar no futuro do adulto em processo de busca de reconhecimento do passado, da sua identidade, para que tenha condições de agir no presente, é inevitável a preocupação com a criação e aplicação de técnicas com qualidade e principalmente com a formação do profissional especializado comprometido com o a educação gerada no percurso escolar.
O profissional no ensino das artes e de outras disciplinas, poderão incentivar ações envolvendo família, comunidade, escola, para incentivar a preservação e valorização do patrimônio cultural.
Maria Cristina Pastore
Universidade Federal do Rio Grande- FURG
Acadêmica do curso de Arte Visuais- Licenciatura Bolsista
PIBID/CAPES 2010 Fone 53 84335771
Algumas áreas do conhecimento necessitam das artes para exercitar o pensamento, contudo nota-se a carência nas escolas nesse processo de ensino. O sentido criativo da educação em arte ao brasileiro configura-se negado em função do incentivo ao ensino técnico e profissionalizante.
Uma nova visão sobre o ensino das artes está em gestação, um novo perfil do educando está em formação e um novo profissional na educação em artes constitui-se de ousadia para driblar a mesmice. Um perfil voltado para o “apreender” de uma forma que o conhecimento adquirido possa permanecer para sempre e o individuo venha a compreender o mundo com autonomia e de forma critica e construtiva. Resgatando através do ensino das artes sua identidade de maneira inovadora na sala de aula, imprescindível para a formação do educando como sujeito e cidadão responsável pelo mundo que gira coletivamente.
Com o olhar no passado através do patrimônio histórico e arquitetônico, estruturalmente estável, possível de estudo, analise e contemplação e outro olhar no futuro do adulto em processo de busca de reconhecimento do passado, da sua identidade, para que tenha condições de agir no presente, é inevitável a preocupação com a criação e aplicação de técnicas com qualidade e principalmente com a formação do profissional especializado comprometido com o a educação gerada no percurso escolar.
O profissional no ensino das artes e de outras disciplinas, poderão incentivar ações envolvendo família, comunidade, escola, para incentivar a preservação e valorização do patrimônio cultural.
Maria Cristina Pastore
Universidade Federal do Rio Grande- FURG
Acadêmica do curso de Arte Visuais- Licenciatura Bolsista
PIBID/CAPES 2010 Fone 53 84335771
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O menino que não gostava de beber água- Historia apresentada no Teatro de Fantoches Feira do Livro 2011 Cassino-FURG
O menino que não gostava de beber água
LUCIA :Eu não agüento
mais!!!!......(fala Lucia para Teresa)
O meu caçula, o Pedrinho, não quer
beber água. Já ficou doente por causa disso
TERESA: Mas como isso, Lucia.....a
água é muito importante para o desenvolvimento do corpo humano. Sem água nós
morremos.....
LUCIA: Eu sei, e estou muito
preocupada, já levei ao medico, já dei remédios, já conversei e
nada.........não sei mais o que fazer!!!!
TERESA: Já sei....vamos tentar uma
hipnose...eu fiz um curso disso posso tentar, mas não vamos fazer de verdade,
vamos apenas fingir para que ele acredite.
LUCIA: Não sei....tenho medo dessas
coisas, mas estou tão desesperada que vamos tentar.
LUCIA: Pedrinho! Pedrinho!! Venha
cá....quero conversar contigo
PEDRINHO: Oi garotada, oi mãe oi d. TERESA Qual é ? minha
veia
LUCIA: Que veia, que nada......me
respeita guri
TERESA: Pedrinho , nós te chamamos
aqui para te ajudar a entender que agua é importante e tu precisas beber água
PEDRINHO: Ai ai essa historia de novo, mas porque é que eu
tenho que beber água, não tem cor, não tem sabor, não tem gosto.....arg....é
muito ruim....prefiro um refrigerante.
LUCIA: Pedrinho, refrigerante não é
saudável, de vez em quando tudo bem, mas sempre não é feito para o corpo
humano, tem química, substancias que não são naturais.
A água é o que tem de mais natural,
mantem os nossos intestinos funcionando,
PEDRINHO:Que negocio é esse de intestino???
TERESA: È o que tem dentro da
barriga e faz com que os alimentos sejam distribuídos, o que é bom fica no
corpo e o resto vai embora...
PEDRINHO:AHHHHH!!!! O coco!!!!hehehhehehehe
LUCIA: Pedrinhoooooo!!!!!!olha os
modos, não fala assim
PEDRINHO: Ai, mãe o que é que tem?? Todos já são de
casa....kkkkkkkk
TERESA: Bem vamos ao que importa.
Pedrinho nós vamos te hipnotizar.
PEDRINHO: Que negocio é esse???? Não mesmo,
tchauzinhooooooooo
Comigo não........vai que eu volto a ser bebe de novo e
tenho que crescer novamente....ai não quero.....mãeeeeeeeeee!!!!!!!
LUCIA: Pedrinho, só vais fechar os
olhos enquanto a d. Teresa conversa contigo sobre a água A gente já foi ao
medico, não adiantou....agora são medidas drásticas....ou vai ficar sem
computador por um mês......
PEDRINHO:Ai, isso não!!!! Ta bem, ta bem.......È só isso
mesmo?
LUCIA:Sim. E tu vai pensando ..................tenho
que tomar água, tenho que beber água....e quando terminar vais beber agua
PEDRINHO:Hummm Esse negocio ta me dando até
sede....kkkkkkkkkk
Ta bem! Vcs conseguiram me convencer,. Mas olha só......vou
fazer isso por tua causa mãe, que eu sei que andas preocupada e quero ser
saudável e eu te amo.Vamos começar d. Teresa.
TERESA:Pedrinho, agora fica bem
tranqüilo, e pensa nas água do planeta
PEDRINHO: Eu sei....todo mundo sujando com lixo, resíduo das
fabricas lançados nos rios....ta um desastre...
TERESA: Pedrinho......pensa em como
é saudável beber um copo de água bem gelado, que vais ajudar o teu corpo a ser
saudável. Crescer forte. Precisas beber água. Precisas beber água......
PEDRINHO: Ta fazendo cócegas......
LUCIA: Pedrinho, fica quieto.....
TERESA: Quando eu contar até 3,
depois do 3, vais beber água.....
PEDRINHO: Vou fazer isso porque sei que é importante, ela
pensa que me hipnotizou....kkkkkkkkkkkk
PEDRINHO: sede...tenho sede......agua....quero água......
LUCIA: D. Teresa muito obrigada, vc
é uma amigona
PEDRINHO: tudo bem quando acaba bem...bjs crianças e bebam
bastante água........
Maria Cristina Pastore
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
reflexões sobre a exposição Horizonte expandido e seus expositores
Horizonte expandido
vem contribuir para compreensão desse momento histórico da arte. Nessa
exposição, reunindo um número de obras, o público conhece ou revê os trabalhos
que marcaram uma época. Trata-se de um recorte no tempo e espaço, nos levando a
refletir sobre a influência desses artistas até hoje nas artes.
ALLAN KAPROW (New
Jersey, 1927 - California, 2006)
Escolhi Allan
Kaprov (EUA, 1927- 2006) por ele ter provocado uma revolução nas artes dentro
de um campus universitário, onde tudo iniciou na década de 50, fazendo parte de
um grupo de artistas e mais tarde influenciando a criação do FLUXUS (grupo de
artistas utilizando da performance multimídias (subversivas e radicais). Fluxus
uma atitude do fazer artístico diante do mundo.
As
realizações Fluxus justapõem não apenas objetos, mas também sons,
movimentos e luzes num apelo simultâneo aos diversos sentidos: visão, olfato,
audição, tato. Nelas, o espectador é convocado a participar dos espetáculos
experimentais, em geral, descontínuos, sem foco definido, não-verbais e sem
seqüência previamente estabelecida.
Forma de arte que
combina elementos do teatro, das artes visuais e da música. Nesse sentido, a
performance liga-se ao happening (os dois termos aparecem em diversas ocasiões
como sinônimos), sendo que neste o espectador participa da cena proposta pelo
artista, enquanto na performance, de modo geral, não há participação do
público.
O termo happening é
criado por Allan Kaprow para designar uma forma de arte que combina artes
visuais, sem texto nem representação, provocando o publico a participar da
obra.
Nesse período a
arte conceitual passa a problematizar a idéia de arte e os poderes que envolvem
o sistema de legitimidade de uma obra, quem ou o que pode dizer que um objeto é
arte, uma obra é arte. Nesse momento histórico, a arte conceitual traz para o
contexto artístico uma idéia, não operando mais com objetos, mas com a
preocupação de fazer pensar, existir um conceito, uma idéia além da representatividade,
muitas vezes, nem existindo no plano material.
Cristina Freire nos
situa nesse contexto. Com suas considerações sobre arte conceitual, ela nos
mostra que a arte conceitual possui contradições que abalaram o sistema das
artes, usando de estratégias como idéias, meios e materiais com atitude
crítica, assim possibilitando um repertório que identifica a arte conceitual
como um divisor de águas.
Através de Henry
Flynt ( filosofo nascido em 1940) que em
1961 a
expressão arte conceitual foi incorporada no vocabulário artístico defendendo
que as idéias, os conceitos eram mais
importantes do que a finalização ou o produto final.
Maria Cristina Pastore
Embora a arte
conceitual encontra-se relacionada a um período, seus questionamentos são
atuais e ações praticadas pelos seus protagonistas chegam até hoje com um forte
contexto atual, em função de que seus temas misturavam arte com a vida,
permitindo um novo pensar, um novo olhar para as artes e nas artes.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Jovens artistas
“Jovens artistas de
hoje não precisam mais dizer ‘Eu sou um pintor’ ou ‘um poeta’ ou ‘um
dançarino’. Eles são simplesmente ‘artistas’. Tudo na vida estará aberto pra eles.
Descobrirão a partir das coisas ordinárias, o sentido de ser ordinário. Não
tentarão torná-las extraordinárias, mas vão somente exprimir o seu significado
real. No entanto, a partir do nada, vão inventar o extraordinário e então
talvez também inventem o nada. As pessoas ficarão deliciadas ou horrorizadas,
os críticos ficarão confusos ou entretidos, mas esses serão, tenho certeza, os
novos alquimistas dos anos 60.”
KAPROW, Allan. O legado de Jackson Pollock. In:
FERREIRA, Glória; COTRIM, Cecília. Escritos de artistas: anos 60/70. Rio de
Janeiro: Zahar, 2006.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
abba The Winner Takes It All
abba
The Winner Takes It All
ABBA
I don't wanna talk
About the things we've gone through
Though it's hurting me
Now it's history
I've played all my cards
And that's what you've done too
Nothing more to say
No more ace to play
The winner takes it all
The loser standing small
Beside the victory
That's a destiny
I was in your arms
Thinking I belonged there
I figured it made sense
Building me a fence
Building me a home
Thinking I'd be strong there
But I was a fool
Playing by the rules
The gods may throw a dice
Their minds as cold as ice
And someone way down here
Loses someone dear
The winner takes it all.
The loser has to fall
It's simple and it's plain.
Why should I complain.
But tell me does she kiss
Like I used to kiss you?
Does it feel the same
When she calls your name?
Somewhere deep inside
You must know I miss you
But what can I say
Rules must be obeyed
The judges will decide
The likes of me abide
Spectators of the show
Always staying low
The game is on again
A lover or a friend
A big thing or a small
The winner takes it all
I don't wanna talk
If it makes you feel sad
And I understand
You've come to shake my hand
I apologize
If it makes you feel bad
Seeing me so tense
No self-confidence
But you see
The winner takes it all
The winner takes it all...
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
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