quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A morte não é o fim. O universo não desperdiça nada. Tudo se transforma.
Identidade criativa

Um individuo é também constituído de memória natural, baseado nessa afirmação, buscamos provocar interesse no educando para abordar o assunto patrimônio . A memória proporciona ao ser humano armazenar o conhecimento seja esse conhecimento consciente ou inconsciente, a assimilação se acomoda e passa a fazer parte do aprendizado de um individuo.

Um simples objeto do cotidiano como uma foto, um quadro, uma casa, um caminho, poderá representar as bases da elaboração do conceito patrimônio. Propomos partir do fragmento casa, lembranças e objetos e partirmos para a comunidade, escola, cidade direcionando e ampliando o olhar para que ao valorizar o fragmento possa estar preparado para aceitar o conjunto maior.

Para isso saímos com os alunos para um passeio de reconhecimento do lugar, embora quase todos são residentes na comunidade, tínhamos o objetivo de chamar a atenção para o local, observando suas reações.

Em outro momento, na sala de aula, apresentamos o mapa da cidade e solicitamos que cada um marcasse sua residência, assim proporcionando um ambiente participativo.



Em seguida apresentamos a proposta do trabalho, articulando teoria e pratica, usando da estratégia das oficinas para construir o conhecimento.

A ação do fazer, do desenhar, do pintar ou qual seja a técnica usada para estimular o interesse, vem contribuir para o sucesso ou o fracasso da oficina, por causa disso é necessário uma observação e um dialogo com a direção da escola e com a turma para reconhecer o processo mais adequado a realidade do educando.
PATRIMÔNIO CULTURAL E EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

A educação patrimonial busca ampliar esse conceito capacitando o individuo para exercer a cidadania, conhecendo, se apropriando e valorizando a sua cultura para que com isso venha a compreender o meio sócio cultural que se encontra inserido.
Muitas vezes nos referimos como patrimônio algo que recebemos de herança ou até mesmo pensamos na arquitetura da cidade, os prédios antigos, mas patrimônio também pode ser representado por fotos, objetos com ou sem valor comercial com uma carga emocional afetiva elevada. Também podem ser mais abrangente, como elementos necessários à sobrevivência do ser humano, como a água, elementos pertencentes à natureza.

A eleição do que é patrimônio é uma opção de cada individuo de acordo com seus interesses políticos e econômicos.

A casa, a rua, a escola, a família podem contribuir para o inicio dessa compreensão, entendendo como o individual que depende de nós, um fragmento, partindo para o coletivo, envolvendo assim uma comunidade, uma associação de bairro, condomínio, gerando multiplicidade. O que é patrimônio para uns, não é para outros, mas é dever de todos, na coletividade, preservar.

Nesse processo de valorização e preservação da cultura e do patrimônio histórico, todas as ações se fazem necessárias para auxiliar o individuo na construção da sua própria identidade, reconhecendo e aceitando diversidades culturais, na qual a educação patrimonial oferece a possibilidade para o educando utilizar sua capacidade intelectual com o intuito de perceberem a importância do patrimônio.


As bases tem que ser esclarecidas sobre nossas autenticidades culturais e os pequenos aglomerados, as pequenas vilas e cidades devem, através de suas sociedades representativas, principalmente as sociedades de amigos de bairros, lutar pelos seus bens culturais antigos ou novos. LEMOS (2006)

Maria Cristina Pastore
Universidade Federal do Rio Grande- FURG
Acadêmica do curso de Arte Visuais- Licenciatura
Bolsista PIBID/CAPES 2010
O projeto do PIBID - Artes intitulado “O ensino de Artes Visuais na sociedade da informação e do conhecimento”, possibilitou aos acadêmicos de artes visuais da Universidade do Rio Grande-RS,FURG, viverem a experiência da sala de aula, conviverem com os estudantes, observarem a realidade da educação atual e praticarem a pesquisa em artes.
Algumas áreas do conhecimento necessitam das artes para exercitar o pensamento, contudo nota-se a carência nas escolas nesse processo de ensino. O sentido criativo da educação em arte ao brasileiro configura-se negado em função do incentivo ao ensino técnico e profissionalizante.
Uma nova visão sobre o ensino das artes está em gestação, um novo perfil do educando está em formação e um novo profissional na educação em artes constitui-se de ousadia para driblar a mesmice. Um perfil voltado para o “apreender” de uma forma que o conhecimento adquirido possa permanecer para sempre e o individuo venha a compreender o mundo com autonomia e de forma critica e construtiva. Resgatando através do ensino das artes sua identidade de maneira inovadora na sala de aula, imprescindível para a formação do educando como sujeito e cidadão responsável pelo mundo que gira coletivamente.
Com o olhar no passado através do patrimônio histórico e arquitetônico, estruturalmente estável, possível de estudo, analise e contemplação e outro olhar no futuro do adulto em processo de busca de reconhecimento do passado, da sua identidade, para que tenha condições de agir no presente, é inevitável a preocupação com a criação e aplicação de técnicas com qualidade e principalmente com a formação do profissional especializado comprometido com o a educação gerada no percurso escolar.
O profissional no ensino das artes e de outras disciplinas, poderão incentivar ações envolvendo família, comunidade, escola, para incentivar a preservação e valorização do patrimônio cultural.

Maria Cristina Pastore
Universidade Federal do Rio Grande- FURG
Acadêmica do curso de Arte Visuais- Licenciatura Bolsista
PIBID/CAPES 2010 Fone 53 84335771

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O menino que não gostava de beber água- Historia apresentada no Teatro de Fantoches Feira do Livro 2011 Cassino-FURG


 O menino que não gostava de beber água
 
LUCIA :Eu não agüento mais!!!!......(fala Lucia para Teresa)
O meu caçula, o Pedrinho, não quer beber água. Já ficou doente por causa disso

TERESA: Mas como isso, Lucia.....a água é muito importante para o desenvolvimento do corpo humano. Sem água nós morremos.....

LUCIA: Eu sei, e estou muito preocupada, já levei ao medico, já dei remédios, já conversei e nada.........não sei mais o que fazer!!!!

TERESA: Já sei....vamos tentar uma hipnose...eu fiz um curso disso posso tentar, mas não vamos fazer de verdade, vamos apenas fingir para que ele acredite.

LUCIA: Não sei....tenho medo dessas coisas, mas estou tão desesperada que vamos tentar.

LUCIA: Pedrinho! Pedrinho!! Venha cá....quero conversar contigo

PEDRINHO: Oi garotada, oi mãe oi d. TERESA Qual é ? minha veia

LUCIA: Que veia, que nada......me respeita guri

TERESA: Pedrinho , nós te chamamos aqui para te ajudar a entender que agua é importante e tu precisas beber água

PEDRINHO: Ai ai essa historia de novo, mas porque é que eu tenho que beber água, não tem cor, não tem sabor, não tem gosto.....arg....é muito ruim....prefiro um refrigerante.

LUCIA: Pedrinho, refrigerante não é saudável, de vez em quando tudo bem, mas sempre não é feito para o corpo humano, tem química, substancias que não são naturais.
A água é o que tem de mais natural, mantem os nossos intestinos funcionando,

PEDRINHO:Que negocio é esse de intestino???

TERESA: È o que tem dentro da barriga e faz com que os alimentos sejam distribuídos, o que é bom fica no corpo e o resto vai embora...

PEDRINHO:AHHHHH!!!! O coco!!!!hehehhehehehe

LUCIA: Pedrinhoooooo!!!!!!olha os modos, não fala assim

PEDRINHO: Ai, mãe o que é que tem?? Todos já são de casa....kkkkkkkk

TERESA: Bem vamos ao que importa. Pedrinho nós vamos te hipnotizar.

PEDRINHO: Que negocio é esse???? Não mesmo, tchauzinhooooooooo
Comigo não........vai que eu volto a ser bebe de novo e tenho que crescer novamente....ai não quero.....mãeeeeeeeeee!!!!!!!

LUCIA: Pedrinho, só vais fechar os olhos enquanto a d. Teresa conversa contigo sobre a água A gente já foi ao medico, não adiantou....agora são medidas drásticas....ou vai ficar sem computador por um mês......

PEDRINHO:Ai, isso não!!!! Ta bem, ta bem.......È só isso mesmo?

LUCIA:Sim. E tu vai pensando ..................tenho que tomar água, tenho que beber água....e quando terminar vais beber agua

PEDRINHO:Hummm Esse negocio ta me dando até sede....kkkkkkkkkk
Ta bem! Vcs conseguiram me convencer,. Mas olha só......vou fazer isso por tua causa mãe, que eu sei que andas preocupada e quero ser saudável e eu te amo.Vamos começar d. Teresa.

TERESA:Pedrinho, agora fica bem tranqüilo, e pensa nas água do planeta

PEDRINHO: Eu sei....todo mundo sujando com lixo, resíduo das fabricas lançados nos rios....ta um desastre...

TERESA: Pedrinho......pensa em como é saudável beber um copo de água bem gelado, que vais ajudar o teu corpo a ser saudável. Crescer forte. Precisas beber água. Precisas beber água......

PEDRINHO: Ta fazendo cócegas......

LUCIA: Pedrinho, fica quieto.....

TERESA: Quando eu contar até 3, depois do 3, vais beber água.....

PEDRINHO: Vou fazer isso porque sei que é importante, ela pensa que me hipnotizou....kkkkkkkkkkkk

PEDRINHO: sede...tenho sede......agua....quero água......

LUCIA: D. Teresa muito obrigada, vc é uma amigona

PEDRINHO: tudo bem quando acaba bem...bjs crianças e bebam bastante água........

Maria Cristina Pastore



sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Amor maior, sentimento de vó é mais tranquilo...




quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

moeda antiga

1922 -Efígie de Dom Pedro I e do Presidente Epitácio Pessoa

Centenario da Independencia

reflexões sobre a exposição Horizonte expandido e seus expositores


Horizonte expandido vem contribuir para compreensão desse momento histórico da arte. Nessa exposição, reunindo um número de obras, o público conhece ou revê os trabalhos que marcaram uma época. Trata-se de um recorte no tempo e espaço, nos levando a refletir sobre a influência desses artistas até hoje nas artes.
ALLAN KAPROW (New Jersey, 1927 - California, 2006)       
Escolhi Allan Kaprov (EUA, 1927- 2006) por ele ter provocado uma revolução nas artes dentro de um campus universitário, onde tudo iniciou na década de 50, fazendo parte de um grupo de artistas e mais tarde influenciando a criação do FLUXUS (grupo de artistas utilizando da performance multimídias (subversivas e radicais). Fluxus uma atitude do fazer artístico diante do mundo.
As realizações Fluxus  justapõem não apenas objetos, mas também sons, movimentos e luzes num apelo simultâneo aos diversos sentidos: visão, olfato, audição, tato. Nelas, o espectador é convocado a participar dos espetáculos experimentais, em geral, descontínuos, sem foco definido, não-verbais e sem seqüência previamente estabelecida.
Forma de arte que combina elementos do teatro, das artes visuais e da música. Nesse sentido, a performance liga-se ao happening (os dois termos aparecem em diversas ocasiões como sinônimos), sendo que neste o espectador participa da cena proposta pelo artista, enquanto na performance, de modo geral, não há participação do público.
O termo happening é criado por Allan Kaprow para designar uma forma de arte que combina artes visuais, sem texto nem representação, provocando o publico a participar da obra.
Nesse período a arte conceitual passa a problematizar a idéia de arte e os poderes que envolvem o sistema de legitimidade de uma obra, quem ou o que pode dizer que um objeto é arte, uma obra é arte. Nesse momento histórico, a arte conceitual traz para o contexto artístico uma idéia, não operando mais com objetos, mas com a preocupação de fazer pensar, existir um conceito, uma idéia além da representatividade, muitas vezes, nem existindo no plano material.
Cristina Freire nos situa nesse contexto. Com suas considerações sobre arte conceitual, ela nos mostra que a arte conceitual possui contradições que abalaram o sistema das artes, usando de estratégias como idéias, meios e materiais com atitude crítica, assim possibilitando um repertório que identifica a arte conceitual como um divisor de águas.
Através de Henry Flynt  ( filosofo nascido em 1940) que em 1961 a expressão arte conceitual foi incorporada no vocabulário artístico defendendo que as idéias, os conceitos eram  mais importantes do que a finalização ou o produto final.
Maria Cristina Pastore
Embora a arte conceitual encontra-se relacionada a um período, seus questionamentos são atuais e ações praticadas pelos seus protagonistas chegam até hoje com um forte contexto atual, em função de que seus temas misturavam arte com a vida, permitindo um novo pensar, um novo olhar para as artes e nas artes.

experiencia com negativos

experiencia 01

experiencia 02


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Jovens artistas


“Jovens artistas de hoje não precisam mais dizer ‘Eu sou um pintor’ ou ‘um poeta’ ou ‘um dançarino’. Eles são simplesmente ‘artistas’. Tudo na vida estará aberto pra eles. Descobrirão a partir das coisas ordinárias, o sentido de ser ordinário. Não tentarão torná-las extraordinárias, mas vão somente exprimir o seu significado real. No entanto, a partir do nada, vão inventar o extraordinário e então talvez também inventem o nada. As pessoas ficarão deliciadas ou horrorizadas, os críticos ficarão confusos ou entretidos, mas esses serão, tenho certeza, os novos alquimistas dos anos 60.”

KAPROW, Allan. O legado de Jackson Pollock. In: FERREIRA, Glória; COTRIM, Cecília. Escritos de artistas: anos 60/70. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

abba The Winner Takes It All

abba The Winner Takes It All ABBA I don't wanna talk About the things we've gone through Though it's hurting me Now it's history I've played all my cards And that's what you've done too Nothing more to say No more ace to play The winner takes it all The loser standing small Beside the victory That's a destiny I was in your arms Thinking I belonged there I figured it made sense Building me a fence Building me a home Thinking I'd be strong there But I was a fool Playing by the rules The gods may throw a dice Their minds as cold as ice And someone way down here Loses someone dear The winner takes it all. The loser has to fall It's simple and it's plain. Why should I complain. But tell me does she kiss Like I used to kiss you? Does it feel the same When she calls your name? Somewhere deep inside You must know I miss you But what can I say Rules must be obeyed The judges will decide The likes of me abide Spectators of the show Always staying low The game is on again A lover or a friend A big thing or a small The winner takes it all I don't wanna talk If it makes you feel sad And I understand You've come to shake my hand I apologize If it makes you feel bad Seeing me so tense No self-confidence But you see The winner takes it all The winner takes it all...