Quem será essa pessoa
Que sentou ao meu lado?
Qual será seu nome?
Quantas visões possui do mundo?
O que será que faz
Na vida ou da vida?
O que será que está pensando?
De onde vem?
Prá onde vai?
Qual a possibilidade de nos encontrar
Novamente nesse ônibus?
Quais serão seus relacionamentos?
Familiares, afetivas?
Talvez o mesmo meu mundo fisico
Mas e o cultural, o intelectual?
Será que ele le livros?
Pessoa sentada ao meu lado
És humano?
Pediu licença: é educado
Não fala comigo:é calado
Sua idade não sei
Mas quem sabe uns 40
Tem forma atlética
Seu corpo é bem cuidado
Pessoa, vou descer
Esse relato, inspiração
Em ti , pessoa. Tchau
Cris em 27.11.09
no onibus (foi muito engraçado)
A narrativa fazendo parte da construção poética de uma imagem ,a imagem como suporte de criação para concretizar a expressao. Um encontro da arte pictórica com a narrativa poética, poesia é a arte do uso das palavras. Um encontro com a natureza humana e seus sentimentos e reações com as mais diversas emoções e linguagens da arte visual. "Poeta, não é somente o que escreve.É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso". Cora Coralina
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
A importância do artista Gioto para o período: pesquise uma obra analisando suas características .
O estilo gótico é, antes de tudo, um estilo arquitetônico; mas o adjetivo gótico é empregado também para caracterizar a pintura e a escultura do período.
Giotto di Bondone
Famoso pintor e arquiteto medieval italiano, nasceu perto de Florença por volta de 1266, foi aluno de Cinni di Pepo, conhecido como Cimabue,que o encontrou desenhando sobre pedras ainda adolescente e o ensinou pintura em mosaico e afresco e logo seu talento superou o mestre.
Conforme o biografo Giorgio Vasani é considerado o maior pintor do da Itália no fim do século XIII.
Segundo Gombrich, Giotto inaugurou uma nova fase na história da arte, na qual esta passa a ser a “história dos grandes artistas”.
Giotto abandona a rigidez bizantina, revolucionando a pintura com volumes e sentimentos, introduziu perspectiva e noções de tridimensionalidade.
Na obra “São Francisco pregando aos pássaros” ele troca o céu dourado ,tradição bizantina, por um céu azul.
È a união entre a pintura medieval gótica com o renascimento.
Morre quando pintava “ O Juízo Final” na capela de Borgello em Florença.
O estilo gótico é, antes de tudo, um estilo arquitetônico; mas o adjetivo gótico é empregado também para caracterizar a pintura e a escultura do período.
Giotto di Bondone
Famoso pintor e arquiteto medieval italiano, nasceu perto de Florença por volta de 1266, foi aluno de Cinni di Pepo, conhecido como Cimabue,que o encontrou desenhando sobre pedras ainda adolescente e o ensinou pintura em mosaico e afresco e logo seu talento superou o mestre.
Conforme o biografo Giorgio Vasani é considerado o maior pintor do da Itália no fim do século XIII.
Segundo Gombrich, Giotto inaugurou uma nova fase na história da arte, na qual esta passa a ser a “história dos grandes artistas”.
Giotto abandona a rigidez bizantina, revolucionando a pintura com volumes e sentimentos, introduziu perspectiva e noções de tridimensionalidade.
Na obra “São Francisco pregando aos pássaros” ele troca o céu dourado ,tradição bizantina, por um céu azul.
È a união entre a pintura medieval gótica com o renascimento.
Morre quando pintava “ O Juízo Final” na capela de Borgello em Florença.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Será que é possível ver nesse sorriso algum sofrimento?
Se as palavras doem como faca que corta,
então devemos chorar, porque sentimos dor
mas a dor é sentida?ou sofrida?
Dói o coração ou a imaginação?
O tempo passa......as lembranças esquecidas
Lembranças maravilhosas
um tempo que não volta mais
e tem quem queira esquecer
e só lembrar o que não tem para lembrar
então, é mais fácil
colocar a culpa em outra pessoa
das próprias limitações de amar
E o perdão não faz parte
Do vocabulário,
E quanto mais se aprende mais se ignora
Quando mais se vive, mais se esquece.
O olhar transmite o que o coração sente
Cris em 12.11.2009 as 22:10h
Se as palavras doem como faca que corta,
então devemos chorar, porque sentimos dor
mas a dor é sentida?ou sofrida?
Dói o coração ou a imaginação?
O tempo passa......as lembranças esquecidas
Lembranças maravilhosas
um tempo que não volta mais
e tem quem queira esquecer
e só lembrar o que não tem para lembrar
então, é mais fácil
colocar a culpa em outra pessoa
das próprias limitações de amar
E o perdão não faz parte
Do vocabulário,
E quanto mais se aprende mais se ignora
Quando mais se vive, mais se esquece.
O olhar transmite o que o coração sente
Cris em 12.11.2009 as 22:10h
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
vaidade
Quando vivemos a vida em proveito próprio, pensando somente nas nossas ambições, nos nossos problemas, nos atingimos o apogeu da vaidade. E esta é a vaidade das vaidades, Salomão, em sua grandiosa sabedoria já nos mostrava isso.Seja qual for a natureza da vaidade, ela será sempre passageira e de pouca duração.
Tudo é ilusão,
Um olhar no rosto de uma criança, nos seus braços pedindo um pouco de atenção, no seu sorriso de felicidade por um pequeno gesto teu, isso é para sempre. O resto......ilusão!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
o que importa...???
É estranho observar as pessoas
de uma maneira diferente
É estranho perceber que elas representam
um papel que não é delas, vivem vidas,
momentos que pertencem à outras pessoas..
É incrível como se apropriam de desejos
de outras pessoas, com a maior naturalidade...
Quando ao seu redor a vida está esperando
esperando o valor das coisas, das pessoas
esperando o reconhecimento, da importância
que nunca existiu....ou não sentiram esse valor
então, o que realmente importa?
para que viver a própria vida ,se a vida de outra pessoa
é mais interessante, para que dar valor a pessoa
que viveu aquelas situações do dia a dia,
ultrapassando barreiras, superando dificuldades
porque?
a vida do outro é mais interessante,
outras pessoas são mais importantes...
Ah!!!tudo isso passa....
e quando se percebe
onde estão as que realmente importavam?
Tudo tem um tempo certo
o de nascer, de aprender, de viver
de chorar, de sorrir....e de morrer..
E deu!Já era! FOI e não dá mais...
e os porquês chegam pra atormentar
a mente daqueles que não deram valor
a pessoa que já se foi...
vem vamos conversar......
não existem mais palavras...
vem vamos passear....
não existe mais caminho...
vem vamos sorrir...
não existe mais nada...
somente o vazio de um valor perdido.
lamentações com um dia de chuva
by Cris
É estranho observar as pessoas
de uma maneira diferente
É estranho perceber que elas representam
um papel que não é delas, vivem vidas,
momentos que pertencem à outras pessoas..
É incrível como se apropriam de desejos
de outras pessoas, com a maior naturalidade...
Quando ao seu redor a vida está esperando
esperando o valor das coisas, das pessoas
esperando o reconhecimento, da importância
que nunca existiu....ou não sentiram esse valor
então, o que realmente importa?
para que viver a própria vida ,se a vida de outra pessoa
é mais interessante, para que dar valor a pessoa
que viveu aquelas situações do dia a dia,
ultrapassando barreiras, superando dificuldades
porque?
a vida do outro é mais interessante,
outras pessoas são mais importantes...
Ah!!!tudo isso passa....
e quando se percebe
onde estão as que realmente importavam?
Tudo tem um tempo certo
o de nascer, de aprender, de viver
de chorar, de sorrir....e de morrer..
E deu!Já era! FOI e não dá mais...
e os porquês chegam pra atormentar
a mente daqueles que não deram valor
a pessoa que já se foi...
vem vamos conversar......
não existem mais palavras...
vem vamos passear....
não existe mais caminho...
vem vamos sorrir...
não existe mais nada...
somente o vazio de um valor perdido.
lamentações com um dia de chuva
by Cris
Ah! Se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Tenho muito pra contar
Dizer que aprendi
E na vida a gente tem que entender
Que um nasce pra sofrer
Enquanto o outro ri
Mas quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir a achar
Razão para viver
Ver na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Museu, familia e escola
Unindo familia, escola e arte...........MUSEU da escola
O presente trabalho tem por objetivo desconstruir a idéia de espaço físico estático, induzindo o conhecimento através de manipulação de objetos , análise e seleção para exposição artística. Promovendo a participação, incentivando o interesse e construindo a integração da escola com a família.
Nota-se um descaso e desinteresse do jovem pela artes e em especial pela disciplina artes, nesse projeto um dos objetivos é inovar em novas atitudes e criando um processos de aprendizado com um museu na escola, que devido aos custos de manuseio e manutenção seria inviável para cada escola , estamos propondo um MUSEU ESCOLA/FAMÍLIA.
O museu vai onde o povo está. O projeto MUSEU ESCOLA/FAMILA, propõe o fortalecimento das relações aluno/escola, escola/família, com a arte como elo de ligação. Através dos objetos selecionados na própria comunidade, estaremos trocando informações necessárias para uma compreensão do que é arte, como se faz arte e porque a arte vai para os museus. Atraindo a atenção dos jovens com a participação na própria atividade de busca do objeto em suas residências, catalogando e procurando saber de onde e que data esse objeto pertence, assim incentivando a pesquisa. O museu não depende de sua estrutura para exercer a função de museu.
O museu ocupa um lugar de destaque em uma rede de instancias culturais.
Com esse projeto ,fica claro que é necessário o museu se expandir do território cercado, que possa sair das quatros paredes e chegar até a comunidade.
Oficinas de escultura, pintura entre outras linguagens inclusive as de vídeo, que estão mais “na moda” com os adolescentes, assim trazendo para a realidade deles as artes virtuais. Todas essas produções terão o espaço para a amostra no “museu “ na escola.
Além dessas produções, buscar em cada família, descobertas de artes em casa, como objetos antigos ou fotos, poesias, outras linguagens.
Em cada escola um espaço determinado anteriormente para unir o passado ao presente, um olhar diferenciado nos objetos guardados usando a sensibilidade e a percepção para reconhecer que alguns objetos possuem historia e possibilidade de estudo, assim criando um ambiente familiar com algum conhecimento em arte.
Os objetos selecionados pelos alunos nas residências, sejam resgatados o seu valor sentimental, patrimonial ou cultural. Considerado arte ou antiguidade., não importa, o objetivo é trazer a arte perto do aluno usando a criatividade em descobrir esses objetos.
Cada turma realiza uma exposição temática, o tema poderá ser organizado pelo facilitador ou por intermédio de alguma manifestação artística dos próprios alunos como desenho, poesia, seja qual for a linguagem , já incentivando novas buscas com isso eles participando da organização do evento. Organização de um concurso poético, literário ou outro que mobilize a todos.
Os objetos serão catalogados e selecionados e serão devolvidos as famílias após a exposição no dia 15 de maio do ano corrente, comemorando o dia internacional do MUSEU. Os objetos serão de forma e conteúdo de qualquer espécie, apenas estando em bom estado e tendo um valor histórico comprovado pela pesquisa realizada com a família e dados coletados , origem e data aproximada., Após a avaliação será encaminhado para a pré seleção para compor o quadro da exposição. Que terá o nome SEMANA DA ARTE MEFA (museu escola família)
Por Maria Cristina Pastore
........tenha uma conciencia social ,essas questões envolvem a todos que são apaixonados por pessoas e por arte.
por enquanto é só
mas tem mais, estamos aguardando por contatos sobre esse projeto.
Até breve
O presente trabalho tem por objetivo desconstruir a idéia de espaço físico estático, induzindo o conhecimento através de manipulação de objetos , análise e seleção para exposição artística. Promovendo a participação, incentivando o interesse e construindo a integração da escola com a família.
Nota-se um descaso e desinteresse do jovem pela artes e em especial pela disciplina artes, nesse projeto um dos objetivos é inovar em novas atitudes e criando um processos de aprendizado com um museu na escola, que devido aos custos de manuseio e manutenção seria inviável para cada escola , estamos propondo um MUSEU ESCOLA/FAMÍLIA.
O museu vai onde o povo está. O projeto MUSEU ESCOLA/FAMILA, propõe o fortalecimento das relações aluno/escola, escola/família, com a arte como elo de ligação. Através dos objetos selecionados na própria comunidade, estaremos trocando informações necessárias para uma compreensão do que é arte, como se faz arte e porque a arte vai para os museus. Atraindo a atenção dos jovens com a participação na própria atividade de busca do objeto em suas residências, catalogando e procurando saber de onde e que data esse objeto pertence, assim incentivando a pesquisa. O museu não depende de sua estrutura para exercer a função de museu.
O museu ocupa um lugar de destaque em uma rede de instancias culturais.
Com esse projeto ,fica claro que é necessário o museu se expandir do território cercado, que possa sair das quatros paredes e chegar até a comunidade.
Oficinas de escultura, pintura entre outras linguagens inclusive as de vídeo, que estão mais “na moda” com os adolescentes, assim trazendo para a realidade deles as artes virtuais. Todas essas produções terão o espaço para a amostra no “museu “ na escola.
Além dessas produções, buscar em cada família, descobertas de artes em casa, como objetos antigos ou fotos, poesias, outras linguagens.
Em cada escola um espaço determinado anteriormente para unir o passado ao presente, um olhar diferenciado nos objetos guardados usando a sensibilidade e a percepção para reconhecer que alguns objetos possuem historia e possibilidade de estudo, assim criando um ambiente familiar com algum conhecimento em arte.
Os objetos selecionados pelos alunos nas residências, sejam resgatados o seu valor sentimental, patrimonial ou cultural. Considerado arte ou antiguidade., não importa, o objetivo é trazer a arte perto do aluno usando a criatividade em descobrir esses objetos.
Cada turma realiza uma exposição temática, o tema poderá ser organizado pelo facilitador ou por intermédio de alguma manifestação artística dos próprios alunos como desenho, poesia, seja qual for a linguagem , já incentivando novas buscas com isso eles participando da organização do evento. Organização de um concurso poético, literário ou outro que mobilize a todos.
Os objetos serão catalogados e selecionados e serão devolvidos as famílias após a exposição no dia 15 de maio do ano corrente, comemorando o dia internacional do MUSEU. Os objetos serão de forma e conteúdo de qualquer espécie, apenas estando em bom estado e tendo um valor histórico comprovado pela pesquisa realizada com a família e dados coletados , origem e data aproximada., Após a avaliação será encaminhado para a pré seleção para compor o quadro da exposição. Que terá o nome SEMANA DA ARTE MEFA (museu escola família)
Por Maria Cristina Pastore
........tenha uma conciencia social ,essas questões envolvem a todos que são apaixonados por pessoas e por arte.
por enquanto é só
mas tem mais, estamos aguardando por contatos sobre esse projeto.
Até breve
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Academico ou moderno!?Chega de classificatório, apenas o olhar....
Acadêmico ou moderno?Chega de classificatória, apenas o olhar!
Ao ler esse texto de Jorge Coli, noto como esses conceitos “acadêmicos”, “modernos”, etc., acabam por nos prejudicar no sentido de analisar um obra brasileira. Devemos entende-la, estuda-la de vários aspectos, mas o mais importante ainda é a obra. È o olhar , um olhar atento com sensibilidade, com prazer, porque todo o progresso, ou o modernismo, como queiram, não pode interferir nessa realidade de ver e sentir a obra como um todo, não importando as derivações de movimento a qual ela se enquadra, e nem por isso deixar de ser admirada.
O estudo acadêmico, com suas regras, com suas diretrizes e rigores, generalizando o todo, não permite esse olhar sensível. Como o autor nos fornece dados de que ele mesmo sentiu essa pressão quando observava uma obra e a admirava em segredo no seu tempo de estudante, porque era movido por um sentimento de culpa , gostar daqueles quadros que ele aprendeu como “pintura ruim”.
O autor nos descreve a obra de Victor Meirelles e Pedro Américo como grandiosa por um olhar mais minucioso, já contrapondo com outros estudiosos da questão principalmente como ele cita o Gonzaga Dutra que faz criticas severas aos quadros que Prof. Coli usa como exemplo e que Gonzaga chega a ser injusto com suas declarações.
Então, um posicionamento de gosto pessoal, de critica ou de desagrado, muitas vezes nos impede de ter uma experiência de prazer com uma obra só porque foi condenada por alguém ou não está de acordo com os procedimentos “padrões”.
Entendo como proposta do Prof. Coli, um renascimento, quase um redescobrimento das pinturas brasileiras do século XIX, identificando uma identidade da produção brasileira, mesmo vinculadas historicamente aos processos de mudanças e movimentos da arte.
Diante do que os pintores vivenciaram na época, buscando o passado, é impossível analisar e olhar essas obras com uma vertente do moderno, elas estão imersas em um contexto que apenas um olhar apaixonado como o do autor desse texto, as remete ao presente com o valor que elas merecem.
Voltamos aquela antiga discussão de que é o belo?O que é o feio? Em artes é aquilo que a nossa percepção reconhece sem preconceito, através do olhar, sentimos o feio, sentimos o belo, conforme nossas memórias, conforme nossas experiências pessoais transferimos para o que olhamos.
Não existe o certo nem o errado, existem opiniões diferentes. Então os dois textos se completam e a arte moderna e a arte brasileira do século XIX tem em comum é exatamente o olhar.
O olhar na arte contemporânea ou na arte de outras épocas e com todas as vanguardas que surgem a todos os instantes, cultivam nos artistas e nos historiadores a mais belas das experiências, estar no presente, olhando o passado e criando o futuro em arte e quem sairá ganhando com os frutos colhidos dessa experiência somo todos nós.
Ao ler esse texto de Jorge Coli, noto como esses conceitos “acadêmicos”, “modernos”, etc., acabam por nos prejudicar no sentido de analisar um obra brasileira. Devemos entende-la, estuda-la de vários aspectos, mas o mais importante ainda é a obra. È o olhar , um olhar atento com sensibilidade, com prazer, porque todo o progresso, ou o modernismo, como queiram, não pode interferir nessa realidade de ver e sentir a obra como um todo, não importando as derivações de movimento a qual ela se enquadra, e nem por isso deixar de ser admirada.
O estudo acadêmico, com suas regras, com suas diretrizes e rigores, generalizando o todo, não permite esse olhar sensível. Como o autor nos fornece dados de que ele mesmo sentiu essa pressão quando observava uma obra e a admirava em segredo no seu tempo de estudante, porque era movido por um sentimento de culpa , gostar daqueles quadros que ele aprendeu como “pintura ruim”.
O autor nos descreve a obra de Victor Meirelles e Pedro Américo como grandiosa por um olhar mais minucioso, já contrapondo com outros estudiosos da questão principalmente como ele cita o Gonzaga Dutra que faz criticas severas aos quadros que Prof. Coli usa como exemplo e que Gonzaga chega a ser injusto com suas declarações.
Então, um posicionamento de gosto pessoal, de critica ou de desagrado, muitas vezes nos impede de ter uma experiência de prazer com uma obra só porque foi condenada por alguém ou não está de acordo com os procedimentos “padrões”.
Entendo como proposta do Prof. Coli, um renascimento, quase um redescobrimento das pinturas brasileiras do século XIX, identificando uma identidade da produção brasileira, mesmo vinculadas historicamente aos processos de mudanças e movimentos da arte.
Diante do que os pintores vivenciaram na época, buscando o passado, é impossível analisar e olhar essas obras com uma vertente do moderno, elas estão imersas em um contexto que apenas um olhar apaixonado como o do autor desse texto, as remete ao presente com o valor que elas merecem.
Voltamos aquela antiga discussão de que é o belo?O que é o feio? Em artes é aquilo que a nossa percepção reconhece sem preconceito, através do olhar, sentimos o feio, sentimos o belo, conforme nossas memórias, conforme nossas experiências pessoais transferimos para o que olhamos.
Não existe o certo nem o errado, existem opiniões diferentes. Então os dois textos se completam e a arte moderna e a arte brasileira do século XIX tem em comum é exatamente o olhar.
O olhar na arte contemporânea ou na arte de outras épocas e com todas as vanguardas que surgem a todos os instantes, cultivam nos artistas e nos historiadores a mais belas das experiências, estar no presente, olhando o passado e criando o futuro em arte e quem sairá ganhando com os frutos colhidos dessa experiência somo todos nós.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Criação foto "Eu sei....."
Eu sei........que um dia vou olhar, notarei que os traços ja não são os mesmos. Eu sei.......que será diferente, por onde eu andar, por onde passar, o que eu viver , eu sei.........vou sentir tua presença. Assim como as folhas, eu sei que que em breve elas voltarão a crescer, eu também, quando morrer, voltarei a sentir o teu amor, porque onde estarei , eu sei, que estarás chorando o amor que não viveu. O que deixou de sentir ou que nunca sentiu......eu sei.....Fotografia Maria Cristina Pastore em out/2009
Testo poético realizdo por Maria Cristina Pastore em 22.10.2009
domingo, 18 de outubro de 2009
mudanças na arte
Mudanças na arte e instituições envolvidas com arte: conflito de interesses.
O grande púbico não compreende ou não se sente à vontade ao olhar, observando a arte contemporânea.
Mudanças na arte e instituições que ignoram, fingem, que não tem importância essas mudanças, fazem que o público fique confuso.
Entre os conceitos básico de arte e como a arte está no momento e com tantas variantes, um sentimento de frieza, de frustração, causam um afastamento dos apreciadores de arte dos locais de exposição e os que estão dentro dos circuitos de arte lutam para que o povo participe. Ocasionando debates, palestras e outros recursos para orientar e tentar uma solução para os que se sentem confusos.Os artistas buscam novas tendências saindo das bases (pintura, escultura e outras tradicionais), para ousar e se aventurar em novas opções artísticas, saindo das paredes consideradas esteticamente padronizadas.
Com essas transformações que a arte se permite, o publico não as compreende e por não entende-las se distancia daquele projeto como forma de arte. È mais fácil negar o que não se entende do que tentar compreende-lo.O que não é compreendido, não é aceito, isso é uma questão do inconsciente do ser humano.
A pessoa tem que exercer sua capacidade intelectual usando outros subsídios para entender o que uma obra de arte (que não é tradicional) está simbolizando ou simplesmente provocando uma reação, seja de repulsa, alerta ou admiração, que esse é o objetivo principal dessas obras. Um olhar mais atento, uma percepção mais aguçada, poderá trazer ao observador uma nova perspectiva de entendimento e compreensão do que o artista quer transmitir com determinado objeto representativo.
O observador começa uma nova aventura, o de deixar de ser passivo e tornar-se integrante , parte da obra, interagindo com ela. Mas quando a pessoa encontra , em uma exposição algo que ela não compreende , a primeira manifestação é falar que não gostou, essas obras causam polemicas, provocam reações, e são poucos os que estão preparados para se posicionarem diante delas.
Olhar e ver, sentir prazer na imagem, porque ao admirar ,ela proporciona conforto, satisfação, bem estar, tranqüilidade , porque conseguimos entender, por exemplo: uma paisagem pintada em uma tela.
As pessoas olham apenas com um olhar físico, usando o órgão da visão, ou seja olham mas não vêem com aquele olhar sensível, aberto, sem preconceitos. Dessa maneira poderia trazer um beneficio maior em relação ao que a obra transmite.E quando se trata de uma intervenção do próprio observador, quando ele faz parte da obra, ai já surgem problemas de compreensão e entendimento.
As instituições como galerias, museus e espaços abertos para arte contemporânea ou a arte em si , não estão preparados para manter esse diálogo com o publico, porque conforme o autor demonstra no texto “Considerações sobre arte contemporânea e instituições” por Tadeu Chiarelli, professor e doutor de Historia da arte no Brasil , curador e critico de arte, “existe uma distancia entre o publico que não as compreende e as instituições não estão atentas as novas proposições artísticas”, o que confunde o publico, porque está ansioso por definições mais claras, e as instituições responsáveis pelas exposições tem que se adequarem as mudanças e proporcionarem espaços definidos para as novas tendências, que nem tão novas assim, mas para o grande publico entende-las melhor sem estarem dividindo espaço e sendo tratadas como obras tradicionais, que não é o caso, por se tratarem de obras revolucionárias com provocações num contexto político e social, seja de denuncia, revolta ou qualquer outro sentimento que causou a produção da criação da obra.
Esperamos que as instituições identifique o seu publico e consiga uma resposta apropriada para cada exposição, colocando cada obra nas suas devidas dependências, sem comprometer seus significados e sem haver equívocos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
http://www.youtube.com/watch?v=mUucD2iTEvM copie e cole e você verá
um video de imagens modificadas com cor e contraste, sem recursos de programas sofisticados, um simples olhar na correria do dia-a-dia, pode ser uma arte diferente,com materiais inusitados. Amei criar esse momento e registrar nessas fotos.Um video com fotos dealgo comum, de momentos diferentes e detalhes que normalmente não dariamos importância.Foi incrível. FURG outubro de 2009
um video de imagens modificadas com cor e contraste, sem recursos de programas sofisticados, um simples olhar na correria do dia-a-dia, pode ser uma arte diferente,com materiais inusitados. Amei criar esse momento e registrar nessas fotos.Um video com fotos dealgo comum, de momentos diferentes e detalhes que normalmente não dariamos importância.Foi incrível. FURG outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A cultura é minha, é sua, é nossa!!
A cultura é minha, é sua, é nossa.
Durante muito tempo, o assunto cultura tem sido o foco de muitas conversas entre acadêmicos e publico em geral envolvidos de uma certa forma com essa temática.
Está cada vez mais na “moda” falar em cultura, mas que cultura? De uma cidade?De um povo?Bem, vou unir os dois porque falando em Rio Grande, vejo como a cidade ligando a um povo e a uma estrutura arquitetônica particular, criando um acervo cultural de elevado valor e ainda contando com a diversidade cultural em várias linguagens.
A cidade do Rio Grande é um laboratório no sentido de estruturar culturalmente tudo aquilo que historicamente a completa. Muitos projetos são realizados para reunir arquivos, dados, catalogar pontos turísticos, sustentando o valor histórico da cidade.
Como é uma cidade histórica através de decreto estadual, com seus 261 anos de fundação, considerada a mais antiga, devido a essa carga histórica, deveria haver mais respeito e admiração pela sua cultura, partindo do próprio cidadão riograndino , dos jovens estudantes e de toda a comunidade. Eles não estão preparados para compreender e participar de toda essa maravilhosa projeção cultural que existe na cidade.
Com a diversidade cultural, não só aquela que já faz parte da história, mas as novidades culturais, artísticas, tudo que faz parte da vida social de um individuo, é necessário garantir formas de fazer essas atividades culturais aparecerem mais nas escolas, nos projetos educacionais, incentivando , organizando eventos culturais em todas as áreas. Amplamente divulgando essas manifestações culturais , para que não aconteçam casos das pessoas só saberem que aconteceu em Rio Grande tal evento ,após o fato já ter acontecido.
Tentar levar ao conhecimento do povo tudo aquilo que está acontecendo em cultura, para informar os moradores da cidade dos eventos culturais e evitar de ficar fechado em pequenos grupos elitizados que estão sempre na roda da cultura, esses já sabem tudo o que acontece no meio.
Preparar o jovem para entender o processo cultural de uma cidade, de um povo, como uma maneira de atualização de conhecimento e apoderando-se desse conhecimento para compreender o universo da cultura.
Então concluindo, cultura é educação!E a cultura é minha, é sua , é nossa!
Durante muito tempo, o assunto cultura tem sido o foco de muitas conversas entre acadêmicos e publico em geral envolvidos de uma certa forma com essa temática.
Está cada vez mais na “moda” falar em cultura, mas que cultura? De uma cidade?De um povo?Bem, vou unir os dois porque falando em Rio Grande, vejo como a cidade ligando a um povo e a uma estrutura arquitetônica particular, criando um acervo cultural de elevado valor e ainda contando com a diversidade cultural em várias linguagens.
A cidade do Rio Grande é um laboratório no sentido de estruturar culturalmente tudo aquilo que historicamente a completa. Muitos projetos são realizados para reunir arquivos, dados, catalogar pontos turísticos, sustentando o valor histórico da cidade.
Como é uma cidade histórica através de decreto estadual, com seus 261 anos de fundação, considerada a mais antiga, devido a essa carga histórica, deveria haver mais respeito e admiração pela sua cultura, partindo do próprio cidadão riograndino , dos jovens estudantes e de toda a comunidade. Eles não estão preparados para compreender e participar de toda essa maravilhosa projeção cultural que existe na cidade.
Com a diversidade cultural, não só aquela que já faz parte da história, mas as novidades culturais, artísticas, tudo que faz parte da vida social de um individuo, é necessário garantir formas de fazer essas atividades culturais aparecerem mais nas escolas, nos projetos educacionais, incentivando , organizando eventos culturais em todas as áreas. Amplamente divulgando essas manifestações culturais , para que não aconteçam casos das pessoas só saberem que aconteceu em Rio Grande tal evento ,após o fato já ter acontecido.
Tentar levar ao conhecimento do povo tudo aquilo que está acontecendo em cultura, para informar os moradores da cidade dos eventos culturais e evitar de ficar fechado em pequenos grupos elitizados que estão sempre na roda da cultura, esses já sabem tudo o que acontece no meio.
Preparar o jovem para entender o processo cultural de uma cidade, de um povo, como uma maneira de atualização de conhecimento e apoderando-se desse conhecimento para compreender o universo da cultura.
Então concluindo, cultura é educação!E a cultura é minha, é sua , é nossa!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
ganhador do concurso "PAGUE FÁCIL"
O sr. Cristian dos Santos Duarte residente e domiciliado à rua Bento Gonçalves, 419 foi o vencedor do concurso logo PAGUE FÁCIL. Receba nossos parabéns.
Deverá comparecer nessa quarta-feira dia 30.09.2009 para receber seu premio e entregar em cd os arquivos necessarios e salvos no programa que foram realizados e em corelx4 ou semelhante.
obrigado
Diretores da empresa PAGUE FACIL DA PRESIDENTE VARGAS
Deverá comparecer nessa quarta-feira dia 30.09.2009 para receber seu premio e entregar em cd os arquivos necessarios e salvos no programa que foram realizados e em corelx4 ou semelhante.
obrigado
Diretores da empresa PAGUE FACIL DA PRESIDENTE VARGAS
quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O que estou fazendo aqui
Viajar ao novo mundo
O mesmo mundo
Mas diferente,
colorido,
presente e ausente
longe e perto,
muitas informações
muitas novidades
aqui é meu lugar?
Onde estou?
Com quem estou?
Quem são essas pessoas?
Amigas ou inimigas?
Caminho seguro
ou apenas uma travessia?
Quem poderá responder?
O tempo responde
Amanha saberemos
Descanso enquanto conheço
Conheço enquanto procuro
Aqui é o meu lugar?
pensando na KAKA by CRIS
20.08.2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
sem tempo

Onde está o tempo
que passa e parece que fica
marca vidas
determina momentos
ontem, pequenos
hoje, adulto
amanha, jé nem sei....
Te chamo........passa horas
te aviso.......não demora
Quando percebo
ja passou
onde está o tempo
de não fazer nada
de jogar conversa fora
não se tem tempo de brincar
o tempo corre
corre também a vida
só se tem tempo
para ver o tempo passar.
Cris em 27.07.2009 as 19:11h
sentada em uma cadeira em frente ao computador
pensando no tempo que passa.
pensando no meu bebe que cresceu
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